sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A Boris Vian

Preso dentro de mim: Alexandre Valinho


Estava quase a ser fuzilado, por ordem do governo autoritário, acusado de não possuir espírito crítico e de não ser útil à sociedade, ao Estado, ao colectivo, a si mesmo enquanto indivíduo. Como último desejo pediu que lhe coçassem atrás das orelhas – aquele formigueiro deixava-o impaciente.

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